Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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15.7.02
 
Infelizmente, minha postagem de 15 de julho que me trazia de volta, depois de um problema em meu computador, não pôde aparecer nesta minha página. Houve um erro de publicação e ela está constando só dos arquivos. Em hora oportuna, eu a trarei a público.
Nela, tocava num assunto que me vem preocupando sobremodo - a onda de discriminação racial em vários países, como também trazia para vocês a lusa lira de uma poeta muito expressiva.
Não vou repeti-la aqui na esperança de poder resgatá-la para vocês, meus visitadores .Vamos a outros assuntos também pendentes e urgentes.
Tenho usado a Internet em busca de programas que me possam abrir caminhos e me levem a operar na rede com um mínimo de habilidade e segurança. E o que está acontecendo é que, ao lado de páginas excelentes, tenho encontrado com muita freqüência textos mal lançados, onde o português aparece desfigurado, tal o número de erros e de construções truncadas.
Sendo a Internet um veículo de comunicação e difusão de conhecimento, urge que haja um controle em forma de revisão dos textos propostos, principalmente os que contêm informações destinadas a estudantes, a candidatos a concursos, a profissionais de várias áreas. É importante que se use uma linguagem cuidada, sem agressões frontais à gramática e ao estilo. Um exemplo? Tenho visto o sinal de crase ser usado sem a menor cerimônia e responsabilidade, denunciando o desconhecimento, por parte de quem escreve, da própria definição desse processo de fusão. Isto para não falar da negligência com a concordância, a regência, a estrutura do texto, a concisão do conteúdo. Isso é incompreensível. Não podemos esquecer que um estudante que recorre a um texto imperfeitamente redigido vai absorver defeitos de linguagem de que dificilmente se livrará, o que é absolutamente nocivo à sua aprendizagem.
Vamos estudar a língua que usamos. Um pouco mais de respeito ao idioma será uma ótima tomada de posição. Aqueles que desejam se comunicar por meio da palavra escrita, portanto, têm obrigação precípua de estar a par das leis fundamentais da gramática e lembrar sempre que "fora da sintaxe não há salvação". Tenho dito.
Vamos à sobremesa.


EM SURDINA

(para um balé de Balanchine)

I

ela pode voar
(ele acredita)
no movimento
que desmarra dentro
- de entre os braços
que um necessário apolo
ergueu a tempo para essa alegoria -
como se denso
embora leve
detendo-se o corpo se desse
em asas
- asas ao inverso,
que nela o vôo
não alça : desata -
como se um vento (ou
o que, íntimo, levita)
soprando dentro
sobre a água fixa da platéia a erguesse
antes mesmo
que os dedos-palafita
de um parceiro a tocassem
(como tocam agora) as
costelas
onde um par de asas se agita

II

o corpo um arco
encordoado para fugas
(ou será ela
a própria flecha
que dispara?)


publicado por Magaly Magalhães às 8:29 PM
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