Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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Rossana Fischer










8.7.02
 
Um domingo lânguido, sem maiores apelativos. Que fazer? Tento entender coisas novas que surgem à minha frente, mas nem tudo é apreensível e nunca fui muito boa autodidata. Então, no que tange a conhecimento tecnológico, minhas dificuldades são muito grandes. Deploro não ter nascido dentro da linguagem cibernética. É tudo tão simples para o time infanto-juvenil!
Tarde para lamentar. Luta-se com as armas que se tem nas mãos. E vou conseguir chegar aonde quero, prometo a mim mesma.
E então? De que falaremos ? Algo que interesse a todos. Música? Popular, erudita?
Por falar em música erudita, vocês já ouviram o barroco Zelenka? É o que faço neste momento, enquanto digito . Suas sonatas têm o poder de me transportar a uma atmosfera rarefeita, de tal modo que me sinto com novas energias para fazer face a qualquer dificuldade que se apresente.
Ao som de tão perfeito fundo musical, vamos declamar nosso poema de hoje:



Ave Maria

Fernando Pessoa

Ave Maria, tão pura
Virgem nunca maculada
Ouvide a prece tirada
No meu peito da amargura.

Vós que sois cheia de graça
Escutai minha oração,
Conduzi-me pela mão
Por esta vida que passa.

Oh! Senhor, que é vosso filho
Que seja sempre conosco,
Assim como é convosco
Eternamente seu brilho

Bendita sois vós, Maria,
Entre as mulheres da Terra
E voss'alma só encerra
Doce imagem d'alegria.

Mais radiante do que a luz
E bendito, oh Santa Mãe!
É o fruto que provém
Do vosso ventre, Jesus!

Ditosa Santa Maria,
Vós que sois a Mãe de Deus
E que morais lá nos céus
Orai por nós cada dia.

Rogai por nós, pecadores,
Ao vosso filho, Jesus,
Que por nós morreu na cruz
E que sofreu tantas dores.
Rogai, agora, oh Mãe querida!
E (quando quiser a sorte)
Na hora da nossa morte
Quando nos fugir a vida.

Ave Maria, tão pura
Virgem nunca maculada,
Ouvide a prece tirada
No meu peito da amargura.

Dons divinos - música e poesia - para amenizar as asperezas da vida.
Até amanhâ.





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publicado por Magaly Magalhães às 1:28 AM
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