Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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5.8.02
 
Estive ausente por quatro dias, involuntariamente. Problemas de saúde em casa, já controlados. Vários dias com noticiários mal lidos,
a curiosidade satisfeita apenas com manchetes de jornal. Enfim, meu tempo em crise. Não só pelos problemas correntes. Tenho dificuldade mesmo em distribuí-lo pelos afazeres de cada dia, nunca consigo fazer tudo que pretendo no tempo de que disponho, o que me torna, às vezes, ansiosa. Mas estas são questões pessoais, de somenos importância para quem procura este contato.
Vamos a assuntos mais interessantes, amenos ou não, mas que digam respeito às ocorrências diárias que nos afetam a todos.
A proximidade das eleições? A dificuldade na escolha dos candidatos? O panorama político no Brasil? As crises políticas na vizinhança? A globalização procede? O capitalismo pode vir a falir? São muitas as nossas angústias a respeito de nosso futuro. As opiniões de economistas, cientistas políticos, filósofos se chocam numa discrepância sem precedentes. E o homem comum se confunde e perde suas perspectivas.
É difícil responder a todas estas considerações . Gostaria de ouvir argumentos de pessoas de diferentes graus de conhecimento, de vivências diversas, para tentar chegar a um denominador comum ou, pelo menos, poder visualizar algo de concreto para o plano existencial num futuro não muito distante.
Saio disso agora. Não tenho alcance para discutir problemas locais, muito menos globais.
Poemas - é neles que encontro ambiente respirável, na verdade que escapa de suas metáforas, na linguagem da sugestão, na síntese do sentimentos humanos.
Vou passar pra vocês um escrito pelo poeta Elvé Monteiro de Castro

S E M E N T E
no início, não havia nada.
S E M M E N T E
Não havia nem o pensamento
S Ê M E N T E
de repente, fez-se a razão
S Ê M E N T E
o amor implantou-se em ti.
S E M E N T E
e um fruto brotou de teu útero.

Que tal? Tenho ou não razão?

publicado por Magaly Magalhães às 2:34 AM
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