Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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15.11.02
 
Como estão meus amiguinhos? Hoje estou alegre. Nem sei se tenho motivos concretos para este estado de espírito, mas não vem ao caso, estou leve e pronto. Aliás, a julgar pelas notícias esdrúxulas que temos tido pelos jornais, até me acanho de estar em paz com a vida.Que crimes! De abalar os céus! Que está acontecendo com nossos códigos de ética? Com nossos valores de família? Com nossos jovens? E não se diga que é a miséria, como condição de vida, que fabrica tais desajustes. O crime tem saído de famílias abastadas ou, pelo menos, de famílias aparentemente estruturadas de classe média. E os valores religiosos? Ninguém desconhece o mandamento "Não matarás" e "Honrarás teu pai e tua mãe"! Perderam o significado, por acaso?
Infelizmente, esses crimes estão aí , acontecendo, desafiando nossa capacidade de construir uma sociedade sã, cooperativa, harmoniosa.


Lembram-se de que, uma vez, falei sobre uma amiga poeta que tem um irmão poeta e que ambos têm poesias lindas? Tenho um poema de cada um para vocês hoje. Vamos a eles.


INCÓGNITALêda Mello


Não é fácil
amar-te dentro dessas tuas gavetas,
em meio aos teus guardados.

Não é fácil
querer-te nas sombras e fantasmas
das tralhas do passado.

Fecha-te em teus esconderijos,
onde se ocultam histórias de outros amores.
E eu, feita de temores,
não ouso buscar-te.
Recolho-me
às minhas dúvidas,
Retraimo-me
às tuas incertezas.

Permaneces uma incógnita,
voltado para ti mesmo,
num mundo só teu.
Montando uma estrela errante,
cavalgas a solidão dos teus sonhos,
onde não cabem os meus sonhos,
de ser, em algum espaço no relógio do tempo,
a tua mais doce e bonita realidade...

Calo-me e sigo.
Sem perguntas.
Tu calas e ficas.
Sem respostas.
Montando estrelas, cavalgando sonhos...
Maquiando a face
das tuas incógnitas.


ROSA DA LEMBRANÇA
Luis Lêdo Motta Mello

Dou-lhe esta rosa que colhi, magoado,
no roseiral que juntos plantamos,
lá no cantão onde nós dois moramos,
entre as savanas do meu Lageado.

Doces momentos quando, lado a lado,
plantando as flores tanto amor juramos!
Beijos ardentes, quantos nós trocamos!...
Belo idílio tão cedo acabado.

Em poucos meses o roseiral querido
brotou belíssimo. Mas, como eu, perdido,
sentiu a falta de quem o plantou.

E esta rosa tão sublime e pura
sem os espinhos da divina jura
conta as saudades que você deixou...



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publicado por Magaly Magalhães às 11:50 PM
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