Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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12.2.03
 
Vocês se lembram da época dos festivais de música? 1969 - ano em que o FIC deu como vitoriosa a música LUCIANA, de Paulinho
Tapajós e Edmundo Souto, o que, ao que parece, não era o que esperava a platéia , arrebatada pela figura e voz do cantor inglês Malcolm Roberts. Realmente, apresentando-se com uma música de melodia fácil e letra simples, o cantor , no entanto, conseguiu desenvolver uma empatia muito forte com o público, produzindo a decepção da maioria pela vitória da canção brasileira. São passados 34 anos desde então. A moçada mais nova, que se interessa por esses assuntos, talvez conheça tais detalhes pela memória da imprensa.
O Obituário de O Globo traz hoje a notícia de que, no dia 8 passado, aos 58 anos, um ataque cardíaco vitimou Malcolm Roberts, em Londres, aquele que não levou o cetro do Festival da Canção, mas saiu como seu melhor intérprete masculino.

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"O homem é um Deus quando sonha e não passa de um mendigo quando pensa"

"Os homens escrevem ficcções porque estão encarnados, porque são imperfeitos. Um Deus não escreve romances."

"Não há outra maneira de se alcançar a eternidade senão afundando no instante."

"O homem ganhou o mundo mas perdeu-se de si mesmo."

"Querem uma originalidade absoluta? Isso não existe, nem em arte nem em nada. Tudo se constrói sobre o anterior, e em nada do que é humano, é possível encontrar pureza.Os deuses gregos também eram híbridos e estavam "infectados" por religiões orientais e egípcias. Também Faulkner provém de Joyce, de Huxley, de Balzac, de Dostoievski. Há páginas em "O som e a fúria" que parecem plágio de Ulisses. Há um fragmento de "O Moinho de Flos" em que uma mulher experimentava um chapéu diante de um espelho : é Proust. Quer dizer, o germe de Proust. Todo o resto é desenvolvimento.
Desenvolvimento genial, quase canceroso, mas mesmo assim desenvolvimento."

"O escritor e seus fantasmas", de Ernesto Sabato. Tradução de Pedro Maia Soares.Companhia da Letras.

Este livro é de 1963, mas permanece vigoroso e atual . O escritor argentino investe contra a mais perigosa deformação do realismo - o nacionalismo na arte.

Vale uma releitura.

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ATENÇÃO! ------------------>Conheçam este epitáfio:

"Chegar lá já foi a partida
De onde estive até nascer
Viver só custou a vida
Não custa nada morrer".

É trecho do poema "Epitáfio" de Jorge Wanderley e está agora em "Antologia poética", Editora Ateliê .
O nome do poeta pernambucano está ligado à revista "Poesia sempre", da Biblioteca Nacional. Rigoroso consigo próprio, seus poemas e traduções eram revisados incansavelmente, do que resultou uma obra cristalina. Deixou-nos em 1999.
Antonio Carlos Secchin, falando do poeta, diz que "uma suave ironia perpassa a obra de Jorge, que desdramatiza, quando possível, as próprias mazelas: a incerteza do lugar do poeta, as agruras de uma renitente insônia, a confrontação com a morte."

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As notas sobre Sabato e Jorge Wanderley foram tiradas de "Prosa e Verso" de O Globo de sábado passado (8 / 2).

Fico por aqui. Até mais.










publicado por Magaly Magalhães às 7:15 PM
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