Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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Rossana Fischer










1.5.03
 
Tenho a grata satisfação de dizer que o sistema de comentários já voltou a funcionar. Que bom! Estava sentindo falta da "voz" de vocês. Agora, é só colocar em dia a leitura dos posts e comentar os publicados nas últimas semanas e no dia corrente.

Estou sem referenciais hoje. Ando dando atenção a assuntos fora da Internet e isso me afasta um pouco dessa nossa atmosfera.

Aos poucos, vou reentrando, e nada melhor para isso do que a porta do sentimento, a voz da poesia, razão maior do meu espaço virtual, como vocês podem muito bem comprovar .

Dublé Canoro

Uma sintaxe das cifras
recita-se uníssona
ao périplo
de plumas

Um estampido fura
a partitura na clave do
sol

sem
rumo
a carne
em queda

na rota ainda suas notas


Refratar

Se nas fórmulas
das palavras
um grafite
atingir
sua forma máxima,
um poema cortará
o papel que o
refrata.


Reciclar

Salvo um verso,
o que era apenas caligrafia
devolve-se do rascunho
à paisagem,
a parte que cabe às árvores
e o que sobrar
ao menos brotem pedras
do grafite.

Os três poemas acima são do poeta carioca Marco Antônio Saraiva, nascido em 1963, autor de Entre nervuras e Sete jardins e uma paisagem, livros de poesia.



Voltarei em poucos dias. Até lá.


publicado por Magaly Magalhães às 1:24 AM
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