Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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Design de
Rossana Fischer










7.5.04
 
Il Ballo del Moulin de la Galette
Oil painting de Auguste Renoir




Tirei o dia hoje para “brincar de casinha” (aprendi com a Fal; ela fala assim em seu livro Crônicas de Quase Amor. Que bonitinho!)
De manhã, parti para podar minhas azaléias, na varanda. Como floraram neste verão (um pouco menos quente que o habitual)! Estavam sujinhas, precisavam mesmo de uma mão amiga.
Almoço preparado e consumido, cozinha arrumada, iniciei umas modificações na área de serviço e dependências.
Pronto! Agora está como eu quero. Ufa!


*************************

Hoje é dia de conversa fiada. Uma boa saída para um pequeno “relax”. Pra que negar nossa natureza?

Adoro prefácio, introdução, apresentação, orelha, dedicatória de livros. Não sei ler um livro sem passar pelo que está escrito debaixo dessas quatro primeiras denominações. É, são manifestações ora do próprio autor, ou de alguém fora da obra, geralmente um “expert” no assunto, ou de uma pessoa entendida, muito ligada ao escritor apresentado e têm a finalidade de orientar o leitor a fazer uma leitura mais proveitosa. Já a dedicatória revela o sentimento do autor ao escrever e lançar seu trabalho.
Dois prefácios (ou introduções) que sempre releio toda vez que retomo os respectivos livros: o de Benedito Nunes introduzindo o “Poesia de Mário Faustino” e o que apresenta “ Flor de Poemas” de Cecília Meireles, escrito por Darcy Damasceno sob o título “Poesia do Sensível e do Imaginário”.
Falando de dedicatórias, juro que nunca li mais belas do que as de Florbela Espanca. Uma delas está em seu livro “Trocando Olhares”:

É teu o meu livro; guarda-o bem;
Nele floresce o meu casto amor
Nascido nesse dia em que o destino
Uniu o teu olhar à minha dor!

E em “Livro das Mágoas”:

À querida Alma irmã da minha,
Ao meu irmão.


***********************

Não dá para falar em Cecília sem deixar um de seus poemas.

RETRATO

Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio tão amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?

publicado por Magaly Magalhães às 1:27 AM
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