Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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30.12.06
 

2006 - 2007

É isso aí, gente. O ano que se vai, o ano que entra..

É a hora em que se revisa o passado recente, se alimenta algum arrependimento; é o momento em que se elaboram planos compensatórios para o ano que vai entrar.

Os mesmos mecanismos, as mesmas atitudes, as mesmas posturas.

As esperanças se amontoam , mais das vezes, ruem ou se dissolvem .

Todo ano, a mesma condição de esperança ansiosa e a certeza latente de que não adianta outro janeiro começar.

É que não há milagre de modificação se seu interior não se renova, não cresce, não se conscientiza, se seu coração se fecha aos reais valores da vida.

Esse panorama de intenções ilusórias, de pretensões irreaís, de apego ao que é material, sem discernimento ou preocupação com seu interior, com seu crescimento de dentro para fora, tende a perpetuar-se se não houver essa conscientização em seu íntimo.

Urge que essa faceta da alma humana seja trabalhada, que se use o amor em sua expressão mais abrangente e pura, pois é ele que move o universo. Baseados em Paul0 1 Co 13. 7-8, podemos afirmar: *O amor nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor é eterno*


Por razões assim é que Carlos Drummond de Andrade encerra o seu poema Receita para o Ano Novo com os significativos versos:

*É dentro de você que o Ano Novo
Cochila e espera desde sempre*.

Relevem o conselho não pedido. Eu estou entre os que necessitam dessa reforma íntima; daí falar clara e abertamente.

Para todos, um FELIZ ANO NOVO, um grande 2007 (revitalizado dentro de novos padrões?!)
Façamos força para consegui-lo.


FELICIDADES, minha gente!

publicado por Magaly Magalhães às 11:02 AM
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