Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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6.2.07
 
Ponta Verde / Maceió


Taí, hoje estou com saudade dos ritmos nordestinsos, tanto daqueles baiões bem terra, bem chão ressecado, como dos de composição mais refinada. Tudo por causa do ASSUM BRANCO, de José Miguel Wisnik na voz suave e macia de Eveline Hecker do disco PONTE AÉREA, realização da BISCOITO FINO. E aí me vieram à lembrança tantos outros rítmos de lá : o coco, o frevo, a roda, a chegança, o forró, um mundo muito meu de onde me arredei há tanto tempo.


ASSUM BRANCO

Quando ouvi o teu cantar
Me lembrei nem sei do quê
Me senti tão-só
Tão feliz tão só
Só e junto de você
Pois o só do meu sofrer
Bateu asas e voou
Para um lugar
Onde o teu cantar
Foi levando e me levou
E onde a graça de viver
Como a chuva no sertão
Fez que onde for
Lá se encontre a flor
Que só há no coração
Que só há no bem-querer
E na negra escuridão
Assum preto foi A
sa branca dói
Muito além da solidão

Vocês merecem ouvir a música, mas não onsigo colocar. Antes de encerrar o post, vou tentar mais vezes.

E não me vou sem deixar aqui também o conhecido e reverenciado

ASSUM PRETO

Luiz Gonzaga

Tudo em vorta é só beleza
Sol de Abril e a mata em frô
Mas Assum Preto, cego dos óio
Num vendo a luz, ai, canta de dor (bis)
Tarvez por ignorança
Ou mardade das pió
Furaro os óio do Assum Preto
Pra ele assim, ai, cantá de mió (bis)
Assum Preto veve sorto
Mas num pode avuá
Mil vez a sina de uma gaiola
Desde que o céu, ai, pudesse oiá (bis)
Assum Preto, o meu cantar
É tão triste como o teu
Também roubaro o meu amor
Que era a luz, ai, dos óios meus
Também roubaro o meu amor
Que era a luz, ai, dos óios meus.


Ai, lembrar é tão gostoso!

publicado por Magaly Magalhães às 12:13 PM
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