Divulgar idéias próprias, combater o discurso invertido corrente, aprender a dividir, expor sentimentos,
trazer poesia ao dia-a-dia, eis a abrangente ação deste veículo de idéias. De tudo, um pouco - minha meta.
 

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30.5.04
 


Image of China
Adrienne Adam

Na onda dos minicontos e microcontos.


Dauro Veras entrou na onda e deu sua contribui��o muito bem dada. Apreciem:


Destino
Teria sido amor � primeira vista, mas ela dobrou a esquina.

Para Bandini
Ao ver o carro capotado, o cachorrinho sorriu. Fim da fuga, pneu...

Reflexivo
Pensou em mandar o tapa, mas perdeu o tempo e o espa�o.

Impulsivo
Revidou o tapa de imediato. At� hoje n�o soube se agiu bem.


N�o d� vontade de *arremedar* (como se diz na minha terra)? Vamos tentar?

Pegadinha
Vi a c�dula, quis pegar, cambaleei, ca�... Risos de mofa l� adiante...


Quem se habilita? O espa�o dos coment�rios � serventia do blog.


E se a tend�ncia s�o contos breves, que dizer dos poemas m�nimos? Epigramas, melhor dizendo

RESUMO DO DIA
Heitor Ferraz

Nenhum recado de morte
que sempre abala
tanto a fam�lia.
O mundo perplexo parou
e a vida
obl�qua
preferiu continuar traindo
sem matar ningu�m.


D� para ousar? Mexendo nos guardados:

SENTIDOS

Seria um gesto de
identifica��o com a paisagem
todavia...
o barulho do tr�nsito
o calor do asfalto
os *atletas* do largo
o odor dos restaurantes
o desconforto dos exclu�dos
...
dilu�ram o gesto
emudeceram a palavra
2.000/Rio

publicado por Magaly Magalhães às 11:31 PM
24.5.04
 


Case ad Auvers
Vincent Van Gogh
www.wholesaleoilpainting.com

N�o h� dinheiro no mundo que pague uma rela��o infeliz como a nossa. Ela disse isso uma semana antes do d�cimo s�timo anivers�rio do casamento deles. Disse assim, no meio de uma conversa que, a princ�pio, n�o deveria ter maiores conseq��ncias. Ele ouviu quieto. Depois fez as malas e foi embora. Um m�s depois ela ligou para o apart onde ele estava hospedado. Deixou um recado na secret�ria eletr�nica toda docinha, chorando, pedindo para ele ligar. Ele ouviu o recado um monte de vezes, voltando a fita a cada pouco, com os olhos molhados. Mas nunca ligou de volta.

DROPS 13 (segunda narrativa), de CR�NICAS DE QUASE AMOR, de F�bia Vitielo.

� ela mesma, a nossa festejada Fal ,do blog Drops da Fal.
Ela sabe dizer as coisas de modo despojado, a maioria das vezes com humor, coisas repassadas de sentimento e poesia. Ela � a dona do quase definido lindamente nas cr�nicas e mini-cr�nicas casuais (drops), nas quais os limites s�o ausentes ou se tornam difusos. Vale a pena ter Fal na cabeceira.

N�o falo s� da criatura perspicaz, observadora, capaz de atinar com os detalhes mais insignificantes que comp�em uma situa��o e traz�-las despretensiosamente para o papel onde ganham cor, movimento, relev�ncia, enfim, n�o falo s� da escritora que a Fal �, para g�udio nosso, falo da Fal humana, amiga, alegre, otimista, sem m�scara, da Fal dedica��o e compreens�o, falo da carga de afetividade que, na realidade, ela mostra ter.

Fal, falando (se me permitem), pela classe blogueira:
Gostamos de voc� como escritora e como pessoa e torcemos pela sua carreira ascensional no meio liter�rio.


------------------------------------------------


Uma situa��o comum num futuro pr�ximo

A evolu��o do sistema informa��o pela involu��o da privacidade!!! �tica?!!! (mensagem recebida por email)

(Piada?!!!)

Uma Pizza em 2007

Telefonista: Pizza Hot, boa noite!

Cliente: Boa noite, quero encomendar pizzas...

Telefonista: Pode me dar o seu NIDN?

Cliente: Sim, o meu n�mero de identifica��o nacional � 6102-1993-8456-54632107.

Telefonista: Obrigada, Sr.Lacerda. Seu endere�o � Av. Paes de Barros, 1988 ap.52 B
e o n� de seu tel. � 5494-2366, certo? O telefone do seu escrit�rio na Lincoln Seguros � o 5745-2302 e o seu celular � 9266-2566.

Cliente: Como voc� conseguiu essas informa��es todas?

Telefonista: N�s estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.

Cliente: Ah, sim, � verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma quatro queijos e outra calabresa...

Telefonista: Talvez n�o seja uma boa id�ia...

Cliente: O qu�?

Telefonista: Consta na sua ficha m�dica que o senhor sofre de hipertens�o e tem a taxa de colesterol muito alta. Al�m disso, o seu seguro de vida pro�be categoricamente escolhas perigosas para a sua sa�de.

Cliente: �, voc� tem raz�o! O que voc� sugere?

Telefonista: Por que o senhor n�o prova nossa pizza Superlight, com tofu e rabanetes? O senhor vai adorar!

Cliente: Como � que voc� sabe que vou adorar?

Telefonista: O senhor consultou o site "Recettes Gourmandes au Soja" da Biblioteca Municipal, dia 15 de janeiro, �s 14:27h, onde permaneceu ligado � rede durante 39 minutos. Da� a minha sugest�o...

Cliente: Ok, est� bem! Mande-me duas pizzas tamanho fam�lia!

Telefonista: � a escolha certa para o senhor, sua esposa e seus filhos, pode ter certeza.

Cliente: Quanto �?

Telefonista: S�o R$49,99.

Cliente: Voc� quer o n�mero do meu cart�o de cr�dito?

Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu cart�o de cr�dito j� foi ultrapassado.

Cliente: Tudo bem, eu posso ir ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a pizza.

Telefonista: Duvido que consiga, o Sr. est� com o saldo negativo no banco.

Cliente: Meta-se com a sua vida! Mande as pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando � que entregam?

Telefonista: Estamos um pouco atrasados, vai levar uns 45 min. Se o senhor estiver com muita pressa pode vir busc�-las, se bem que carregar duas pizzas na moto � muito perigoso...

Cliente: Mas que hist�ria � essa, como � que voc� sabe que eu vou de moto?

Telefonista: Pe�o desculpas, mas reparei aqui que o senhor n�o pagou as �ltimas presta��es do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto est� paga, e ent�o pensei que fosse utiliz�-la.

Cliente:
@#%/�@?#>�/%#!!!!!!!!!!!!!

Telefonista: Gostaria de pedir que n�o me insulte... n�o se esque�a de que o Ssenhor j� foi condenado em julho de 2006 por desacato em p�blico a um Agente Regional.

Cliente: (Sil�ncio)

Telefonista: Mais alguma coisa?

Cliente: N�o, � s� isso... n�o, espere... n�o se esque�a dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promo��o.
Telefonista: Senhor, o regulamento da nossa promo��o, conforme citado no art. 309.542/12, nos pro�be de vender bebidas com a��car a pessoas diab�ticas...

Cliente: Aaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou me atirar pela janela!!!!!

Telefonista: E machucar o joelho? O senhor mora no andar t�rreo!

publicado por Magaly Magalhães às 10:05 PM
20.5.04
 


Souberam desta?

Ag�ncia Estado - 07:02 - 05/05/2004
Fran�a quer cobrar direito autoral pela imagem do Cristo Redentor

F�rum: voc� concorda com o pedido da fam�lia francesa?

A Sociedade de Autores e Compositores Dram�ticos da Fran�a quer cobrar os direitos autorais pela utiliza��o da imagem do Cristo Redentor. O pedido, encaminhado � Sociedade Brasileira de Autores (SBAT), foi feito em nome da fam�lia do artista Paul Landowiski, respons�vel pela execu��o da escultura.
A informa��o � do vice-presidente da SBAT, Bemvindo Sequeira. "A lei brasileira impede o pagamento, porque depois de 15 anos em logradouro p�blico, a obra se torna dom�nio p�blico. Os franceses s�o t�o organizados que est�o pedindo o pagamento dos direitos autorais. Isso tudo teria que ser feito desde 1932", explicou Sequeira.
Para ele, essa � uma prova de que a quest�o do direito autoral � levada com seriedade em outros pa�ses.

http://noticias.aol.com.br/geral/fornecedores/age/2004/05/05/0001.adp


E desta?

Mulher encontra violoncelo Stradivarius de US$ 3,5 milh�es no lixo
Um violoncelo Stradivarius avaliado em US$ 3,5 milh�es foi encontrado numa lixeira ap�s ter sido roubado da casa de um m�sico da Filarm�nia de Los Angeles. A informa��o foi divulgada nesta ter�a-feira pela pol�cia local.

O instrumento, de 320 anos, um dos �nicos 60 fabricados por Antonio Stradivari, quase foi transformado em um porta-CDs.

O violoncelo foi roubado da varanda da casa do m�sico no m�s passado e encontrado tr�s dias depois numa lata de lixo de uma rua de Los Angeles por uma mulher. Ela resgatou o precioso instrumento e o levou para casa, onde perguntou ao namorado se faria reparos nele para transform�-lo num porta-CDs personalizado.

"Gra�as a Deus meu namorado n�o trabalha rapidamente nas minhas coisas", disse a mo�a, segundo seu advogado, Ron Hoffman, ap�s descobrir que o instrumento tinha sido roubado.

O editor do UOL Tabl�ide j� encontrou muitas coisas no lixo. Bilhetes de loteria (que n�o foram premiados), guitarras Ao Rei dos Viol�es sem cordas e sem valor, revistas "Playboy" com as p�ginas arrancadas, times de bot�o incompletos do Flamengo...

8/05/2004
http://not�cias.uol.com.br/tabl�ide/tabloideanas


Trago-lhes essas not�cias para descansarmos um pouco dos intermin�veis registros de atentados e mortic�nios por esse mundo-de-deus. Que coisa asfixiante! A intoler�ncia, a agressividade, a gan�ncia tomaram conta do mundo e s� se ouve falar em sangue, morte, exterm�nio. Quando o homem vai perceber que tem uma miss�o na terra e tem que se render ao sentimento de amor, proclamar a paz?


Vamos terminar com

CODA

De Salgado Maranh�o
A Ferreira Gullar/Sol Sang��neo

Agora que cantar � flor
de lavas, lides
e o sol sang��neo raia
nosso cais,
uma foz de l�bios
nos incesta ao arb�trio
antes que rapinas raptem
nosso �ltimo gr�o de v�scera.

Cantar como as pedras rolam
cantar como o sangue cinge
os d�gitos do amor mensur�vel.

Radical amanhece
A ramagem de inc�ndios
sobre as vinhas.

Do sublime � barb�rie,
eis que o destino inscreve-se
nos dentes.

Transidos recolhemos a penugem
do sol
e o sil�ncio
em riste.

No ermo de ter-se sem se pertencer
s� o impermanente permanece.

publicado por Magaly Magalhães às 12:19 AM
12.5.04
 

Tela a �leo de L�da Yara Motta Mello


"Pedra na pedra, o homem onde estava? Ar dentro do ar, o homem onde estava? Tempo no tempo, o homem onde estava?"
(Pablo Neruda, CANTO GERAL)


Voc�s sabem que o dia 21 de mar�o � o Dia Mundial da Poesia? A UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) mant�m um site onde est�o registrados eventos como festivais, pr�mios; revistas em circula��o; institui��es existentes em funcionamento; e ainda sites de internet no mundo. Os que se interessarem pelo assunto cliquem aqui.

Voc�s v�o ver a posi��o do Brasil nas categorias acima mencionadas. Entre as institui��es ali inseridas, est� o simp�tico grupo Palavreiros, fundado em 1999, na cidade de Diadema, S�o Paulo/Brasil.
Na edi��o deste ano, Palavreiros -portal brasileiro de literatura,
homenageia Pablo Neruda pelo centen�rio de seu nascimento.
Trata-se , na realidade, de um festival livre de poesia, sem caracter�stica de concurso, com a participa��o de 1.000 poetas de 37 pa�ses. � o 3� festival de Palavreiros comemorando o Dia Mundial da Poesia pela uni�o dos povos atrav�s da poesia.

Leda Yara Motta Mello, que, de vez em quando, empresta seu brilho a estes posts, � uma das poetas do grupo Palavreiros. Neste portal, clicando em Brasil/Alagoas, voc�s encontrar�o alguns de seus poemas, entre os quais o que lhes deixo agora:

ONDE ESTAVAS?

N�o estiveste quando a primavera
Sorriu na haste da primeira flor.
Tamb�m n�o estavas quando o frio inverno
Pediu em mim o sol do teu calor.

Veio o ver�o banhado de alegria
N�o aqueceste o meu cora��o.
Na solid�o do outono vi a nostalgia
Das folhas mortas, soltas pelo ch�o.

Sozinha vi o brilho do luar,
Contei estrelas, contemplei o mar,
Andei caminhos das minhas verdades...

N�o partilhaste a luz do arrebol
N�o estiveste em cada p�r de sol
Que permanece a hora das saudades.

Do livro Meus Sonhos



De Neruda, como extens�o da homenagem:

ANTES

ANTES de amar-te, amor, nada era meu:
vacilei pelas ruas e as coisas:
nada contava nem tinha nome:
o mundo era do ar que esperava.

E conheci sal�es cinzentos,
t�neis habitados pela lua,
hangares cru�is que se despediam,
perguntas que insistiam na areia.

Tudo estava vazio, morro e mundo,
ca�do, abandonado e deca�do,
tudo era inalienavelmente alheio,

tudo era dos outros e de ningu�m,
at� que tua beleza e tua pobreza
de d�divas encheram o outono.

publicado por Magaly Magalhães às 6:58 PM
7.5.04
 
Il Ballo del Moulin de la Galette
Oil painting de Auguste Renoir




Tirei o dia hoje para �brincar de casinha� (aprendi com a Fal; ela fala assim em seu livro Cr�nicas de Quase Amor. Que bonitinho!)
De manh�, parti para podar minhas azal�ias, na varanda. Como floraram neste ver�o (um pouco menos quente que o habitual)! Estavam sujinhas, precisavam mesmo de uma m�o amiga.
Almo�o preparado e consumido, cozinha arrumada, iniciei umas modifica��es na �rea de servi�o e depend�ncias.
Pronto! Agora est� como eu quero. Ufa!


*************************

Hoje � dia de conversa fiada. Uma boa sa�da para um pequeno �relax�. Pra que negar nossa natureza?

Adoro pref�cio, introdu��o, apresenta��o, orelha, dedicat�ria de livros. N�o sei ler um livro sem passar pelo que est� escrito debaixo dessas quatro primeiras denomina��es. �, s�o manifesta��es ora do pr�prio autor, ou de algu�m fora da obra, geralmente um �expert� no assunto, ou de uma pessoa entendida, muito ligada ao escritor apresentado e t�m a finalidade de orientar o leitor a fazer uma leitura mais proveitosa. J� a dedicat�ria revela o sentimento do autor ao escrever e lan�ar seu trabalho.
Dois pref�cios (ou introdu��es) que sempre releio toda vez que retomo os respectivos livros: o de Benedito Nunes introduzindo o �Poesia de M�rio Faustino� e o que apresenta � Flor de Poemas� de Cec�lia Meireles, escrito por Darcy Damasceno sob o t�tulo �Poesia do Sens�vel e do Imagin�rio�.
Falando de dedicat�rias, juro que nunca li mais belas do que as de Florbela Espanca. Uma delas est� em seu livro �Trocando Olhares�:

� teu o meu livro; guarda-o bem;
Nele floresce o meu casto amor
Nascido nesse dia em que o destino
Uniu o teu olhar � minha dor!

E em �Livro das M�goas�:

� querida Alma irm� da minha,
Ao meu irm�o.


***********************

N�o d� para falar em Cec�lia sem deixar um de seus poemas.

RETRATO

Eu n�o tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos t�o vazios,
nem o l�bio t�o amargo.

Eu n�o tinha estas m�os sem for�a,
t�o paradas e frias e mortas;
eu n�o tinha este cora��o
que nem se mostra.

Eu n�o dei por esta mudan�a,
t�o simples, t�o certa, t�o f�cil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?

publicado por Magaly Magalhães às 1:27 AM